terça-feira, 9 de janeiro de 2018

LULA LÁ DIA 24.

Às vésperas do Natal, o juiz Sérgio Moro barrou uma nova investida da defesa de Lula, ao rejeitar a segunda exceção de suspeição criminal ajuizada contra si na ação sobre supostas propinas da Odebrecht ― um terreno de R$ 12 milhões, onde seria sediado o Instituto Lula, e um apartamento vizinho à residência do ex-presidente em São Bernardo do Campo.

Em suas recorrentes tentativas de tirar processos das mãos de Moro, o molusco tem colecionado derrotas na primeira instância e nos tribunais superiores. Até 26 de novembro do ano passado, sua equipe de rábulas havia apresentado nada menos que 10 pedidos para afastar o magistrado ou tirar os processos da 13ª Vara Federal em Curitiba.

Na última exceção de suspeição, Zanin e companhia alegaram que Moro teria se tornado suspeito por ter participado, como palestrante, do “4º Evento Anual Petrobras em Compliance”, em dezembro de 2017. Na ocasião, diz a ação, o juiz da Lava-Jato aconselhou “o assistente de acusação, no caso a Petrobras, sobre medidas de prevenção e combate à corrupção e a respeito de matérias pendentes de julgamento”.

Esperemos que a 8ª Turma do TRF-4 confirme a sentença de Moro e, mesmo que não determine a imediata prisão do crápula vermelho, ao menos ponha termo em sua espúria e criminosa candidatura. O Brasil precisa de estabilidade, e só a terá quando o molusco abjeto e seus apoiadores rastejaram de volta para buraco imundo de onde jamais deveriam ter saído.

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