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sexta-feira, 20 de outubro de 2017

LULA E OS RECIBOS TÃO VERDADEIROS QUANTO ELE PRÓPRIO


A maratona para provar a inocência de Lula vai de vento em popa. Depois dos recibos datados de 31 de junho e 31 de novembro, agora há documentos comprovando que os pagamentos pela cobertura de São Bernardo do Campo foram feitos religiosamente ― em notas de 3 reais. De acordo com a defesa do ex-presidente, todas as notas usadas nos pagamentos eram novinhas, numeradas e traziam a efígie do próprio Lula. Do outro lado, a imagem de uma jarara­ca-da-mata, animal típico da fauna brasileira. 

Os documentos datados de 31 de junho de 2014 e 31 de novembro de 2015 foram apontados como fraude, pois esses meses têm apenas trinta dias. Mas o ex-presidente diz que sofre perseguição da Justiça: “Todo mundo sabe que no governo do PT as coisas eram melhores e maiores, incluindo os meses”.

A militância vermelha defendeu seu ídolo: “Os golpistas desviaram os dias 31 desses meses num complô com os fabricantes de calendário americanos”, afirmou um petista ortodoxo.
A defesa de Lula encomendou ao perito Molina um relatório para confirmar a veracidade dos recibos. A conclusão deve ficar pronta até o dia 30 de fevereiro.

Com O SENSACIONALISTA

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quarta-feira, 4 de outubro de 2017

LULA E OS RECIBOS DE COSTAMARQUES


Mais uma maracutaia da “alma viva mais honesta do universo”: A PF concluiu que a defesa de Lula mandou o “laranja” da cobertura em São Bernardo, Glaucos Costamarques, assinar 26 recibos falsos depois da prisão de José Carlos Bumlai ― o primo de Costamarques que passou de consiglieri da Famiglia Lula da Silva a alguém que “não era tão amigo assim”, nas palavras do capo di tutti i capi.

Segundo O Globo, os investigadores “avaliam o episódio como uma possível tentativa de obstrução à Justiça por parte de Lula, uma vez que a defesa procurou um dos réus ainda com as investigações em curso”. Se a fraude for comprovada, o molusco deveria ser (novamente) denunciado por obstrução da justiça e preso imediatamente.

O apartamento em questão ― vizinho ao dúplex onde mora Lula ― foi alugado pela Presidência da República para garantir a segurança do então presidente, que continuou a utilizá-lo depois que deixou o Planalto, quando o imóvel já havia sido “comprado” por Costamarques. Pelo menos no papel, porque as investigações apontam que o primo de Bumlai agiu como laranja ― o apartamento teria sido comprado pela Odebrecht e dado a Lula como propina.

Em depoimento ao juiz Sérgio Moro, o “investidor” Glauco da Costamarques disse que “levou calote” durante quase cinco anos, pois o aluguel só começou a ser pago em novembro de 2015, depois da prisão de seu primo ― primo esse que o orientou a adquirir o imóvel. Para a Receita Federal, no entanto, Costamarques não tinha cacife para comprar o apartamento ― nem, muito menos, o terreno destinado a sediar o Instituto Lula. Naquele ano, o empresário amargou prejuízos em suas atividades rurais, e a média de seus rendimentos mensais ficou em torno de R$ 5 mil. Os auditores investigam dois empréstimos feitos pelos filhos de Costamarques, num total de R$ 1,66 milhão, e R$ 800 mil pagos pela construtora DAG, que era usada pela Odebrecht para distribuir propina.

A análise fiscal faz parte da ação em que Lula e Costamarques são réus, e a suspeita é de que o ex-presidente tenha se beneficiado do apartamento sem pagar aluguel. Em seu depoimento ao juiz Moro, o Lula disse desconhecer a inadimplência nos pagamentos e prometeu procurar os recibos e entregá-los à Justiça. No mesmo dia, também em depoimento ao juiz Moro, Costamarques afirmou que o contrato de locação foi celebrado com dona Marisa Letícia em 2011, que só começou a receber os aluguéis em novembro de 2015, que alguns pagamentos foram feitos por meio de depósitos não identificados (entre novembro de 2015 e fevereiro deste ano, mês em que a ex-primeira dama morreu) e que assinou de uma só vez todos os recibos referentes ao ano de 2015 ― curiosamente, ele declarou os valores dos pagamentos ao Fisco, apesar de “não ter visto a cor do dinheiro até novembro de 2015”.

Também curiosamente, a PF não encontrou nem o contrato de aluguel nem os recibos quando passou um pente-fino em todos os imóveis ligados ao ex-presidente, mas, na semana passada, a defesa do petralha apresentou 26 comprovantes, todos com a letra de Costamarques e alguns recheados de irregularidades. Eles teriam sido levados ao Hospital Sírio-Libanês a pedido de Roberto Teixeira (advogado e compadre de Lula), e foram assinados todos de uma vez por Costamarques, que estava internado para a realização de uma angioplastia.

Não mudem de canal, senhores telespectadores, porque novas emoções os aguardam.

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