terça-feira, 9 de janeiro de 2018

SOBRE PRAGAS DIGITAIS E COMO SE PROTEGER

JAMAIS SE DESESPERE EM MEIO ÀS SOMBRIAS AFLIÇÕES DE SUA VIDA, POIS DAS NUVENS MAIS NEGRAS CAI CHUVA LÍMPIDA E CRISTALINA.

Os vírus eletrônicos surgiram bem antes da Internet ― registros teóricos de programas capazes de se autorreplicar remontam a meados do século passado, quando os computadores, então chamados de “cérebros eletrônicos”, ainda eram grandes (e caríssimos) mainframes, ocupavam salas inteiras e tinham menos poder de processamento que uma calculadora de R$ 10 ―, embora só passassem a ser conhecidas como “vírus” no final dos anos 1980.

ObservaçãoUm vírus não é necessariamente um programa destrutivo, ao passo que um programa destrutivo não é necessariamente um vírus.

No alvorecer da computação pessoal, a maioria dos vírus não passava de “brincadeiras” de nerds (ou geeks, ou ainda hackers) que se divertiam assustando as pessoas com mensagens e sons engraçados ou obscenos. Mas a criatividade humana não tem limites, sobretudo para o mal, e logo as pragas passaram a apagar arquivos, sobrescrever os dados no disco rígido, impedir a execução de aplicativos, e assim por diante.

Com a popularização do uso doméstico da internet ― e a capacidade do correio eletrônico de transportar, como anexo, praticamente qualquer tipo de arquivo digital ―, os crackers deixaram de infectar disquetes de joguinhos e contar nos dedos quantos PCs cada um deles infectaria. Afinal, todo internauta tem pelo menos um endereço de email.

Em menos pouco mais de 3 décadas, o número de malwares (softwares maliciosos em geral, como vírus, worms, trojans, etc.) passou de algumas dezenas para muitos milhões ― não se sabe ao certo quantas pragas digitais existem, porque novas versões surgem todos os dias e porque cada empresa de segurança digital usa metodologias próprias para classificá-las.

O “antivírus” surgiu em 1988, quando o indonésio Denny Yanuar Ramdhani desenvolveu uma ferramenta capaz de imunizar sistemas contra o vírus de boot paquistanês “Brain”, criado dois anos antes. Naquele mesmo ano, a IBM lançou o primeiro “antivírus comercial”, e empresas como a Symantec e a McAfee, de olho no filão promissor que a segurança digital descortinava, seguiram pelo mesmo caminho.

Observação: Para saber mais sobre malwares, ferramentas de proteção e suas respectivas evoluções, insira as palavras-chave correspondentes no campo de buscas do Blog, pressione a tecla Enter e vasculhe as sugestões que serão apresentadas. 

O resto fica para amanhã, já que o assunto é extenso e os leitores fogem de textos muito longos como o Diabo foge da Cruz. Até lá.

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